Resultado da pesquisa (3)

Termo utilizado na pesquisa Oliveira L.O

#1 - Axillary lymph node as sentinel for mammary neoplasia in bitches, 38(4):692-695

Abstract in English:

ABSTRACT.- Bianchi S.P., Gomes C., Pavarini S.P., Mombach V.S., Santos F.R., Vieira L.C., Oliveira L.O. & Contesini E.A. 2018. [Axillary lymph node as sentinel for mammary neoplasia in bitches.] Linfonodo axilar como sentinela de neoplasia mamária em cadelas. Pesquisa Veterinária Brasileira 38(4):692-695. Faculdade de Veterinária, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Avenida Bento Gonçalves 9090, Bairro Agronomia, Porto Alegre, RS 90540-000, Brazil. E-mail: simonepbianchi@gmail.com Mammary tumors research in bitches is important due to their high incidence. The aim of this study was to evaluate the importance of the axillary lymph node as a sentinel lymph node for mammary neoplasms in female dogs. Forty-nine bitches with mammary neoplasia were submitted to total unilateral mastectomy, and the axillary lymph node was identified using the patent blue dye. This lymph node was processed routinely for histopathological analysis and stained with hematoxylin-eosin and by immunohistochemistry (IHC) with cytokeratin antibody (AE1/AE3) to search for metastasis. Eight dogs had axillary lymph node metastases, seven of which were detected by histopathology and by IHC and only one by IHC (micrometastasis). One dog who presented tumor in caudal and inguinal abdominal mammary glands had metastases in the axillary and inguinal lymph nodes. It is concluded that the mammary tumor can cause alteration in lymphatic drainage leading to metastases in lymph nodes which normally do not drain certain glands; so the removal of the axillary lymph node should be included as a routine technique to allow better staging of mammary neoplasms of bitches.

Abstract in Portuguese:

RESUMO.- Bianchi S.P., Gomes C., Pavarini S.P., Mombach V.S., Santos F.R., Vieira L.C., Oliveira L.O. & Contesini E.A. 2018. [Axillary lymph node as sentinel for mammary neoplasia in bitches.] Linfonodo axilar como sentinela de neoplasia mamária em cadelas. Pesquisa Veterinária Brasileira 38(4):692-695. Faculdade de Veterinária, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Avenida Bento Gonçalves 9090, Bairro Agronomia, Porto Alegre, RS 90540-000, Brazil. E-mail: simonepbianchi@gmail.com Linfonodo axilar como sentinela de neoplasia mamária em cadelas. O estudo dos tumores de mama em cadelas é de grande importância devido à alta frequência com que surgem na clínica de pequenos animais. O presente estudo teve como objetivo avaliar a importância do linfonodo axilar como sentinela em neoplasias mamárias de cadelas. Foram avaliadas 49 fêmeas com neoplasia mamária, submetidas à mastectomia unilateral total, utilizando o corante azul patente para a identificação do linfonodo axilar, o qual foi submetido à análise histopatológica com a coloração de hematoxilina-eosina e imuno-histoquímica (IHQ) com anticorpo citoqueratina (AE1/AE3) para procura de metástase. Oito cadelas apresentaram metástases em linfonodo axilar, sendo sete detectadas por histopatologia e por IHQ e uma somente pela IHQ (micrometástase). Uma paciente que apresentava tumor em mamas abdominal caudal e inguinal tinha metástase no linfonodo axilar e inguinal. Assim, observa-se que o tumor pode causar alteração na drenagem linfática provocando metástase em linfonodos que normalmente não drenam determinadas mamas, por isso a retirada do linfonodo axilar deve ser incluída como técnica de rotina para permitir melhor estadiamento das neoplasias mamárias de cadelas.


#2 - Paraneoplastic hematological, biochemical, and hemostatic abnormalities in female dogs with mammary neoplasms, 37(5):479-484

Abstract in English:

ABSTRACT.- Duda N.C.B., Valle S. de F., Matheus J.P., Angeli N.C., Vieira L.C., Oliveira L.O., Sonne L. & González F.H.D. 2017. Paraneoplastic hematological, biochemical, and hemostatic abnormalities in female dogs with mammary neoplasms. Pesquisa Veterinária Brasileira 37(5):479-484. Departamento de Patologia Clínica Veterinária, Faculdade de Veterinária, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Avenida Bento Gonçalves 9090, Porto Alegre, RS 91540-000, Brazil. E-mail: ncbduda@hotmail.com Paraneoplastic laboratory abnormalities are identified in several types of cancers in dogs and cats. In veterinary medicine, particularly in mammary cancer, there are few studies that correlate abnormal laboratory findings with tumor type and staging. The aim of this study was to evaluate hematological, biochemical, and hemostatic abnormalities and correlate them with mammary tumor staging in female dogs with mammary cancer. Blood samples from 24 female dogs were evaluated, and the hematological, biochemical, and hemostatic parameters were correlated with tumor staging obtained by physical examination, imaging exams, and histopathological surgical biopsies. The groups were organized according to tumor staging: group 1 (stages I and II), group 2 (stage III), and group 3 (stages IV and V). Anemia, neutrophilic leukocytosis, monocytosis, eosinophilia, thrombocytosis, hypoalbuminemia, hypocalcemia, hypoglycemia, and low blood urea were observed. The variables MCHC, TPP, and RDW were correlated with tumor staging with no clinical relevance. Thrombin time and fibrinogen were significant between the groups in the coagulation test, being associated with tumor staging. The findings suggest influence of the proinflammatory cytokines released during tumor growth.

Abstract in Portuguese:

RESUMO.- Duda N.C.B., Valle S. de F., Matheus J.P., Angeli N.C., Vieira L.C., Oliveira L.O., Sonne L. & González F.H.D. 2017. Paraneoplastic hematological, biochemical, and hemostatic abnormalities in female dogs with mammary neoplasms. [Anormalidades hematológicas, bioquímicas e hemostáticas de origem paraneoplásica em fêmeas caninas com neoplasia mamária.] Pesquisa Veterinária Brasileira 37(5):479-484. Departamento de Patologia Clínica Veterinária, Faculdade de Veterinária, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Avenida Bento Gonçalves 9090, Porto Alegre, RS 91540-000, Brazil. E-mail: ncbduda@hotmail.com Alterações laboratoriais de origem paraneoplásica são identificadas em diversos tipos de câncer de cães e gatos. Na medicina veterinária, existem poucos estudos que correlacionam os achados laboratoriais anormais com o tipo e estadiamento tumorais, principalmente em cadelas com neoplasia mamária. O objetivo deste estudo foi avaliar as alterações hematológicas, bioquímicas e hemostáticas em cadelas com neoplasia mamária e relacioná-las com o estadiamento tumoral. Foram coletadas amostras de sangue de 24 fêmeas caninas, e os parâmetros hematológicos, bioquímicos e hemostáticos obtidos foram relacionados com o estadiamento tumoral, realizado através do exame físico, exames de imagem e avaliação histopatológica após remoção cirúrgica. Os grupos foram organizados de acordo com o estadiamento tumoral em: Grupo 1 (estádios I e II), grupo 2 (estádio III) e grupo 3 (estádios IV e V). Observou-se anemia, leucocitose neutrofílica, monocitose, eosinofilia, trombocitose, hipoalbuminemia, hipocalcemia, hipoglicemia e diminuição de ureia sanguínea. As variáveis CHCM, PPT e RDW foram relacionadas com o estadiamento tumoral, porém sem relevância clínica. Nos testes de coagulação, o TT e o fibrinogênio apresentaram diferença significativa entre os grupos, sendo associado com estadiamento tumoral. Os resultados sugerem influência das citocinas pró-inflamatórias liberadas durante o crescimento do tumor.


#3 - Clinical and pathological study of an outbreak of obstructive urolithiasis in feedlot cattle in southern Brazil, 23(2):61-64

Abstract in English:

ABSTRACT.- Loretti A.P., Oliveira L.O., Cruz C.E.F. & Driemeier D. 2002. Clinical and pathological study of an outbreak of obstructive urolithiasis in feedlot cattle in Southern Brazil. Pesquisa Veterinária Brasileira 23(1):61-64. Depto Patologia Clínica Veterinária, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Av. Bento Gonçalves 9090, Cx. Postal 15094, Porto Alegre, RS 91540-000, Brazil. E-mail: lorettiufrgsvet3@aol.com The epidemiology, clinical picture and pathology of an outbreak of urolithiasis in cattle in southern Brazil are described. The disease occurred in August 1999 in a feedlot beef cattle herd. Five out of 1,100 castrated steers were affected. Clinical sigos included colic and ventral abdominal distension. White, sand-grain-like mineral deposits precipitated on the preputial hairs. Affected cattle died spontaneously 24-48 hrs after the onset of the clinical signs. Only one animal recovered after perineal urethrostomy. Necropsy findings included calculi blocking the urethral lumen of the distal portion of the penile sigmoid flexure, urinary bladder rupture with leakage of urine into the abdominal cavity and secondary fibrinous peritonitis. Daily water intake was low since water sources were scarce and not readily available. The animais were fed rations high in grains and received limited amounts of roughage. Biochemical analysis revealed that the calculi were composed of ammonium phosphate. A calcium-phosphorus imbalance (0.4:0.6) was detected in the feedlot ration. For the outbreak, it is suggested that contributing factors to urolith formation include insufficient fiber ingestion, low water intake and high dietary leveis of phosphorus. No additional cases were observed in that feedlot after preventive measures were established. Similar dietary mismanagement in fattening steers has been associated with obstructive urolithiasis in feedlot beef cattle in other countries.

Abstract in Portuguese:

RESUMO.- Loretti A.P., Oliveira L.O., Cruz C.E.F. & Driemeier D. 2002. Clinical and pathological study of an outbreak of obstructive urolithiasis in feedlot cattle in Southern Brazil. Pesquisa Veterinária Brasileira 23(1):61-64. [Estudo clínico e anatomopatológico de um surto de urolitíase obstrutiva em bovinos confinados na Região Sul do Brasil.] Depto Patologia Clínica Veterinária, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Av. Bento Gonçalves 9090, Cx. Postal 15094, Porto Alegre, RS 91540-000, Brazil. E-mail: lorettiufrgsvet3@aol.com Os aspectos epidemiológicos, clínicos e anatomopatológicos de um surto de urolitíase obstrutiva em bovinos são descritos. A enfermidade ocorreu em agosto de 1999 em um rebanho de bovinos de corte confinados na Região Sul do Brasil. De um total de 1.100 novilhos castrados, cinco foram afetados. O quadro clínico consistia em cólica, distensão abdominal ventral e acúmulo de material esbranquiçado, arenoso, aderido aos pêlos da bainha prepucial. Os animais afetados morriam espontaneamente 2448h após o início dos sinais clínicos. Um animal se recuperou após uretrostomia perineal. Os achados de necropsia incluíam a presença de urólitos obstruindo a luz uretral na porção distal da flexura sigmóide peniana, ruptura da bexiga com extravasamento de urina para a cavidade abdominal e peritonite fibrinosa difusa. O consumo diário de água era pequeno devido à escassez e acesso limitado às fontes hídricas. Os novilhos recebiam alimentação rica em grãos e pobre em forragem. A análise química revelou que os cálculos urinários eram formados por fosfato e amônio. Um desequilíbrio na relação cálcio-fósforo (0,4:0,6) foi constatado através da análise da ração utilizada. No presente relato, sugere-se que os fatores associados com a formação de urólitos foram o fornecimento insuficiente de fibra, a ingestão limitada de água e os níveis elevados de fósforo da ração. Não foram observados mais casos da enfermidade após o estabelecimento de medidas para prevenir a ocorrência de urolitíase neste rebanho. De forma semelhante, erros de manejo na alimentação de bovinos confinados têm sido associados à ocorrência de urolitíase em outros países.


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