Resultado da pesquisa (2)

Termo utilizado na pesquisa turkeys

#1 - Outbreak of cutaneous form of avian poxvirus disease in previously pox-vaccinated commercial turkeys

Abstract in English:

This study describes an outbreak of avian poxvirus disease in previously pox-vaccinated turkeys in Brazil. The turkeys had suggestive gross lesions of cutaneous avian poxvirus in the skin of the head and cervical area without changes in the flock mortality rates. In the slaughterhouse, 30 carcasses were removed from the slaughter line to collect tissue from cutaneous lesions for histological analyses and characterization of the virus. The virus was identified by conventional polymerase chain reaction (PCR) and subsequent gene sequencing. Acanthosis, hyperkeratosis, and hydropic degeneration were seen on skin histopathology. Eosinophilic intracytoplasmic inclusion bodies (Bollinger) on keratinocytes were observed in 46.6% of the samples. Avian poxvirus DNA was detected on PCR in 83.3% of the total samples. PCR associated with histopathology had 93.3% of positivity for avian poxvirus. In the phylogenetic study, samples show 100% matching suggesting that the outbreak occurred by a single viral strain and was different from those strains affecting other wild birds such as canaries and sparrows. A single mutation (Adenine for Guanine) was detected in our study’s strain and in the strains of turkey, chickens, and vaccine strains published in GenBank. Also, when the sequence strain of the present study and sequences from GenBank of canarypox and sparrowpox strains were aligned, a Thymine was found replacing the Adenine or Guanine. The in ovo vaccination method as single-use in turkeys of this study apparently did not provide adequate protection against avianpox disease, but additional vaccination administered by wing-web when turkeys were 45-60 days old in the new flocks controlled the disease. In the subsequent year, new cases of this disease were not found. It was not possible to confirm the source of the virus strain, but infection with a field strain derived from chickens is one possibility, considering the poultry farm population in the area and biosecurity aspects. For wide characterization of avipoxvirus and differentiation among strains, the complete sequence of the viral genome is required.

Abstract in Portuguese:

Este estudo descreve um surto de bouba aviária em perus previamente vacinados contra poxvirus aviário no Brasil. Os perus apresentaram lesões macroscópicas, sugestivas de bouba aviaria cutânea, na pele da cabeça e região cervical sem alteração nas taxas de mortalidade do lote. No abatedouro, 30 carcaças foram retiradas da linha de abate para coleta de dois fragmentos de pele com lesões para análise histológica e caracterização do vírus. A identificação do vírus foi realizada por PCR convencional e posterior sequenciamento. No exame histopatológico das lesões de pele, houve acantose, hiperqueratose e degeneração hidrópica. Corpúsculos de inclusão intracitoplasmáticos eosinofílicos (Bollinger) foram encontrados em 46,6% das amostras. A técnica de PCR detectou o DNA do vírus da bouba aviária em 83,3% do total de amostras. PCR associado com a histopatologia resultou em 93,3% de positividade para o vírus da bouba aviária. No estudo filogenético, as sequências resultaram em 100% de identidade, sugerindo que o surto ocorreu por uma única estirpe de vírus diferenciada das outras estirpes que acometem canários e pardais. Uma única mutação (Adenina para Guanina) foi detectada nas estirpes deste estudo e nas sequências de perus, galinhas e estirpes vacinais publicadas no GenBank. Além disso, quando a sequência da estirpe do presente estudo e as sequências das estirpes de canarypox e sparrowpox foram comparadas, a Timina foi encontrada em substituição a Adenina ou Guanina. A vacinação in ovo em dose única utilizada nos perus deste estudo aparentemente não forneceu proteção adequada contra a doença causada pelo poxvirus aviário. Entretanto, a revacinação na membrana da asa em perus com 45-60 dias de idade dos novos lotes controlou a doença. No ano subsequente, novos casos desta doença não foram registrados. Não foi possível confirmar a origem da estirpe viral, mas estirpes de campo oriundas de galinhas seria uma possibilidade, considerando a população na área e os aspectos de biosseguridade. Para caracterização ampla do avipoxvirus e diferenciação entre as estirpes, a sequência completa do genoma viral é requerida.


#2 - Experimental infection with Mycoplasma gallisepticum and Escherichia coli in turkeys, 33(8):975-978

Abstract in English:

ABSTRACT.- Moraes M.E., Pereira G.B.A., Astolfi-Ferreira C.S. & Ferreira A.J.P. 2013. [Experimental infection with Mycoplasma gallisepticum and Escherichia coli in turkeys.] Infecção experimental por Mycoplasma gallisepticum e Escherichia coli em perus. Pesquisa Veterinária Brasileira 33(8):975-978. Setor de Ornitopatologia, Departamento de Patologia, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, Avenida Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva 87, Cidade Universitária, São Paulo, SP 05508-000, Brazil. E-mail: ajpferr@usp.br Mycoplasma gallisepticum (MG) causes infectious sinusitis in turkeys, and is commonly associated with Escherichia coli. The objective of this study was to develop in turkeys an experimental model for infectious sinusitis. Two hundred and fifty male turkeys of Nicholas breed (Aviagen®) were divided into negative control group and challenged, animals were housed until 42 days old. The birds were inoculated in the first day of age with the MG vaccine (F-VAX ® Schering Plough) and on day 21 with E. coli. We analyzed the mortality, clinical signs and lesions in air sacs, liver and heart. The results showed that the vaccine against Mycoplasma gallisepticum (MG-F) is pathogenic for turkeys and that the experiment was able to simulate natural infection with MG and E. coli.

Abstract in Portuguese:

RESUMO.- Moraes M.E., Pereira G.B.A., Astolfi-Ferreira C.S. & Ferreira A.J.P. 2013. [Experimental infection with Mycoplasma gallisepticum and Escherichia coli in turkeys.] Infecção experimental por Mycoplasma gallisepticum e Escherichia coli em perus. Pesquisa Veterinária Brasileira 33(8):975-978. Setor de Ornitopatologia, Departamento de Patologia, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo, Avenida Prof. Dr. Orlando Marques de Paiva 87, Cidade Universitária, São Paulo, SP 05508-000, Brazil. E-mail: ajpferr@usp.br Mycoplasma gallisepticum (MG) é responsável por provocar sinusite infecciosa em perus. A infecção por Mycoplasma spp. torna a ave susceptível a infecção por Escherichia coli. O objetivo deste estudo foi desenvolver em perus, um modelo experimental para a sinusite infecciosa. Utilizou-se 250 peru,s machos da linhagem Nicholas (Aviagen®) divididos em grupo não infectado (T1) e grupo desafiado (T2) que recebeu por via ocular, com um dia de idade, Mycoplasma gallisepticum cepa F e aos 21 dias de idade E. coli por via saco aéreo. Analisou-se a mortalidade, os sinais clínicos e lesões em sacos aéreos, fígado e coração. Concluiu-se que o delineamento experimental utilizado foi eficaz para simular a infecção natural por MG e E. coli, sendo que a vacina contra MG-F utilizada para poedeiras é patogênica para perus.


Colégio Brasileiro de Patologia Animal SciELO Brasil CAPES CNPQ UNB UFRRJ CFMV